Eduardo Galeano resume bem o que parece ser a definição de "ser professor":
"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar".
Eduardo Galeano
E não é exatamente isso o que fazemos na escola, em cada aula?
Buscamos uma educação utópica que talvez jamais aconteça, mas nos impulsiona a querer sempre mais e melhor, e por ela caminhamos...
Professores Maluquinhos
Um lugar para troca de ideias, sugestão de atividades, dicas culturais e o que mais aparecer.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
E por falar nisso...
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Aretusa B. B.
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13:06
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Ser Professor
Tenho passado muito tempo sem escrever, mas não poderia deixar a data passar em branco.
SER PROFESSOR
É buscar dentro de cada um de nós
forças para prosseguir, mesmo com toda pressão,
toda tensão, toda falta de tempo...
Esse é nosso exercício diário!
Ser professor (a) é se alimentar do conhecimento
e fazer de si mesmo (a) janela aberta para o outro.
Ser professor (a) é formar gerações, propiciar o
questionamento e abrir as portas do saber.
Ser professor (a) é lutar pela transformação...
É formar e transformar,
através das letras, das artes, dos números...
Ser professor (a) é conhecer os limites do outro.
E, ainda assim, acreditar que ele seja capaz...
Ser professor (a) é também reconhecer que
todos os dias são feitos para aprender...
Sempre um pouco mais...
Ser professor (a)
É saber que o sonho é possível...
É sonhar com a sociedade melhor...
Inclusiva...
Onde todos possam ter acesso ao saber...
Ser professor (a) é também reconhecer que somos,
acima de tudo, seres humanos, e que temos licença para rir, chorar,
esbravejar.
Porque assim também ajudamos a pensar e construir o mundo.
Todos os dias do ano são seus, professor(a)!
Parabéns!
Fonte: Jornal AconteeCendo, nº. 22, Setembro de 2001
SER PROFESSOR
É buscar dentro de cada um de nós
forças para prosseguir, mesmo com toda pressão,
toda tensão, toda falta de tempo...
Esse é nosso exercício diário!
Ser professor (a) é se alimentar do conhecimento
e fazer de si mesmo (a) janela aberta para o outro.
Ser professor (a) é formar gerações, propiciar o
questionamento e abrir as portas do saber.
Ser professor (a) é lutar pela transformação...
É formar e transformar,
através das letras, das artes, dos números...
Ser professor (a) é conhecer os limites do outro.
E, ainda assim, acreditar que ele seja capaz...
Ser professor (a) é também reconhecer que
todos os dias são feitos para aprender...
Sempre um pouco mais...
Ser professor (a)
É saber que o sonho é possível...
É sonhar com a sociedade melhor...
Inclusiva...
Onde todos possam ter acesso ao saber...
Ser professor (a) é também reconhecer que somos,
acima de tudo, seres humanos, e que temos licença para rir, chorar,
esbravejar.
Porque assim também ajudamos a pensar e construir o mundo.
Todos os dias do ano são seus, professor(a)!
Parabéns!
Fonte: Jornal AconteeCendo, nº. 22, Setembro de 2001
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Aretusa B. B.
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12:59
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
É PRIMAVERA!!!
A nova estação vem chegando e o frio não quer saber de despedidas. Para quem gosta, quer ou precisa trabalhar com a Primavera, aí vão umas sugestões:
* Fazer a leitura de uma obra de arte. Neste campo, as opções são muitas e a escolha é particular. Darei quatro ideias:
* Fazer a leitura de uma obra de arte. Neste campo, as opções são muitas e a escolha é particular. Darei quatro ideias:
Primavera, de Sandro Botticelli. Há na imagem muitas alegorias, personagens da mitologia grega e assunto para discussão. Se for trabalhar com esta obra, sugiro que pesquise antes sobre os elementos presentes. Arte renascentista.
Os Girassois expressionistas, de Vincent Van Gogh. É muito interessante comparar diferentes representações de flores feitas pelos artistas; ajuda os alunos a criarem mais livremente, sem ficarem presos aos estereótipos dos adultos.
Monet possui belíssimas imagens com flores e de seu jardim. Impressionismo puro e de muito bom gosto.
Este é de Diego Rivera, que também possui outras obras lindas - e com flores.
*Como são apenas sugestões, não vou me aprofundar. O professor deve pesquisar sobre o artista e a obra antes de levá-la à sala de aula, de modo a contextualizar o trabalho. Cabe nesta proposta, após a leitura e contextualização, a apresentação de imagens de fotos das flores, assim como elas são.
* Os alunos podem pesquisar sobre tipos diferentes de flores e criar fichas técnicas com os dados estudados.
* Seria divertido se as crianças pudessem plantar e esperar a plantinha florir...você tem esse espaço? Aproveite. Não tem? Improvise com garrafas PET ou outra coisa.
* No início do post falei sobre o clima...É preciso levar à sala de aula a discussão sobre o clima, a poluição, o desmatamento, etc. O aquecimento global não é nenhuma teoria de conspiração, é uma realidade. Pesquise no site do IPCC, Greenpeace, WWF ou Planeta Sustentável sobre nossa triste realidade. Certamente encontrará algo que possa ser adaptado à sua turma.
* Se ainda não ficou contente e precisa fazer lembrancinhas para comemorar a data, o blog http://pragentemiuda.blogspot.com/ possui ideias geniais para a primavera e outros eventos.
Até a próxima postagem!
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Aretusa B. B.
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15:53
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Atividades de expressão corporal, teatro, desenvolvimento da criatividade
QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO
É importante levar o aluno a contar fatos e histórias. A narração oral prepara o aluno para a produção de textos narrativos.Proponha a um aluno que comece a contar uma história, por exemplo, sobre um animal de estimação. Após determinado tempo de narração, o aluno que estiver contando a história para e aponta um outro colega para continuar a narrativa. E assim por diante; cada aluno inventa um trecho da história e depois escolhe outro colega para continuar. Peça a cada aluno que faça um desenho sobre o trecho da história que contou. Depois, exponha os desenhos na ordem em que os alunos participaram do jogo e pergunte a eles se conseguem lembrar as partes da história que cada desenho está “contando”.
Uma variação interessante é fazer a brincadeira do chapéu. O chapéu passa de mão em mão enquanto a turma canta uma música. Ao final da canção, aquele que segurar o chapéu o coloca na cabeça e continua a história. Neste caso o professor deve auxiliar recapitulando os acontecimentos narrados a cada parada. Não funciona com crianças pequenas.
BAÚ MÁGICO
Confeccione um baú de papelão. Dentro do baú — sem que os alunos vejam — coloque objetos variados que possam instigar a fantasia e criar suspense: boné, pião, fieira ou cordão de rodar pião, bolinhas de gude, livro infantil, chaveiro, etc.Mostre para os alunos o baú.
Diga que o baú é mágico porque ele guarda histórias. Só que o baú não conta as histórias, é lógico. A gente é que deve ir tirando as coisas de dentro dele e imaginando a história que ele contaria.
Retire os objetos um a um do baú mágico e vá questionando os alunos sobre o que for retirado. Se começarmos pelo boné: “De quem será este boné? Será de um menino ou de uma menina?”
Retire outro objeto e continue a montar a história. Por exemplo, se o objeto retirado for a fieira de rodar o pião: “Vejam agora o que saiu do baú: um cordão! O que será que o personagem está fazendo com este cordão? “ Se o objeto retirado for o pião: “Veja o que saiu do baú mágico: um pião. Será que o nosso personagem gosta de brincar de pião?: Do que ele precisa para fazer o pião rodar?”
E assim por diante, a professora vai retirando um novo objeto do baú e trabalhando a história em conjunto com os alunos.
PARTE DO TODO
Essa atividade tem como foco mostrar uma atividade fazendo parte dela.
Os alunos serão divididos em grupos de 5 jogadores.
Cada grupo decide quem será o primeiro jogador, que secretamente escolhe uma atividade e inicia. Quando a natureza da atividade tornar-se aparente, outros jogadores entram, um por vez, e tomam parte. O professor pode disponibilizar cartões indicando o que cada grupo deve representar em forma de mímica.
EXEMPLO: o primeiro jogador amontoa folhagens formando pilhas; o segundo jogador entra carpindo; o terceiro fertilizando etc. Ou: o primeiro lava louça, o segundo pode varrer o chão, etc., até completar uma cena doméstica.
É importante levar o aluno a contar fatos e histórias. A narração oral prepara o aluno para a produção de textos narrativos.Proponha a um aluno que comece a contar uma história, por exemplo, sobre um animal de estimação. Após determinado tempo de narração, o aluno que estiver contando a história para e aponta um outro colega para continuar a narrativa. E assim por diante; cada aluno inventa um trecho da história e depois escolhe outro colega para continuar. Peça a cada aluno que faça um desenho sobre o trecho da história que contou. Depois, exponha os desenhos na ordem em que os alunos participaram do jogo e pergunte a eles se conseguem lembrar as partes da história que cada desenho está “contando”.
Uma variação interessante é fazer a brincadeira do chapéu. O chapéu passa de mão em mão enquanto a turma canta uma música. Ao final da canção, aquele que segurar o chapéu o coloca na cabeça e continua a história. Neste caso o professor deve auxiliar recapitulando os acontecimentos narrados a cada parada. Não funciona com crianças pequenas.
BAÚ MÁGICO
Confeccione um baú de papelão. Dentro do baú — sem que os alunos vejam — coloque objetos variados que possam instigar a fantasia e criar suspense: boné, pião, fieira ou cordão de rodar pião, bolinhas de gude, livro infantil, chaveiro, etc.Mostre para os alunos o baú.
Diga que o baú é mágico porque ele guarda histórias. Só que o baú não conta as histórias, é lógico. A gente é que deve ir tirando as coisas de dentro dele e imaginando a história que ele contaria.
Retire os objetos um a um do baú mágico e vá questionando os alunos sobre o que for retirado. Se começarmos pelo boné: “De quem será este boné? Será de um menino ou de uma menina?”
Retire outro objeto e continue a montar a história. Por exemplo, se o objeto retirado for a fieira de rodar o pião: “Vejam agora o que saiu do baú: um cordão! O que será que o personagem está fazendo com este cordão? “ Se o objeto retirado for o pião: “Veja o que saiu do baú mágico: um pião. Será que o nosso personagem gosta de brincar de pião?: Do que ele precisa para fazer o pião rodar?”
E assim por diante, a professora vai retirando um novo objeto do baú e trabalhando a história em conjunto com os alunos.
PARTE DO TODO
Essa atividade tem como foco mostrar uma atividade fazendo parte dela.
Os alunos serão divididos em grupos de 5 jogadores.
Cada grupo decide quem será o primeiro jogador, que secretamente escolhe uma atividade e inicia. Quando a natureza da atividade tornar-se aparente, outros jogadores entram, um por vez, e tomam parte. O professor pode disponibilizar cartões indicando o que cada grupo deve representar em forma de mímica.
EXEMPLO: o primeiro jogador amontoa folhagens formando pilhas; o segundo jogador entra carpindo; o terceiro fertilizando etc. Ou: o primeiro lava louça, o segundo pode varrer o chão, etc., até completar uma cena doméstica.
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Aretusa B. B.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Material para o trabalho de arte
Olá!
Quem quer realizar um trabalho com Artes e não sabe bem por onde começar, aí vai uma dica: o site da Acrilex tem uma seção especialmente dirigida ao educador.
Lá podemos encontrar sugestões de atividades, projetos, técnicas e dois manuais para o educador. O material em pdf traz, além de sugestões para uso dos materiais da empresa (é óbvio), sugestões de trabalho com obras de arte e contextualização dos artistas/movimentos. Tambám há sugestões para o trabalho com algumas datas comemorativas.
O endereço é http://www.acrilex.com.br/ . Procure na seção Educadores.
Bom trabalho!
Quem quer realizar um trabalho com Artes e não sabe bem por onde começar, aí vai uma dica: o site da Acrilex tem uma seção especialmente dirigida ao educador.
Lá podemos encontrar sugestões de atividades, projetos, técnicas e dois manuais para o educador. O material em pdf traz, além de sugestões para uso dos materiais da empresa (é óbvio), sugestões de trabalho com obras de arte e contextualização dos artistas/movimentos. Tambám há sugestões para o trabalho com algumas datas comemorativas.
O endereço é http://www.acrilex.com.br/ . Procure na seção Educadores.
Bom trabalho!
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Aretusa B. B.
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16:06
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Contos clássicos
Ler é muito bom.
Ler para os filhos, para os alunos, para si próprio.
Ler para aprender, para se divertir, se informar.
Particularmente, ler é fundamental para o desenvolvimento e aprendizado das crianças. Sejam alunos da Educação Infantil ou do Ensino Fundamental, é essencial que leiam sempre. Então, para começar...que tal os clássicos?
A sugestão de hoje é Chapeuzinho Vermelho. A história da inocente menina que se vê de frente a um lobo astucioso foi recolhida por Charles Perrault, recontada pelos irmãos Grimm e reproduzida de formas muito diferentes desde então. Já foi assunto para estudiosos da psicanálise, protagonista de filmes e histórias em quadrinhos e, mesmo assim, não perde sua popularidade entre adultos e crianças.
Ah, se você vai ler essa história para seus alunos, pense na possibilidade de apresentar também outras versões, incluindo a original, na qual o desfecho não é tão feliz. Aí vão algumas sugestões:
(Fátima Bernardes): Mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia.
FANTÁSTICO
(Glória Maria): Que gracinha, gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo . Não é mesmo, querida?
CIDADE ALERTA
(Datena): Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades?
A menina ia para a casa da avozinha a pé ! Não tem transporte público!
E foi devorada viva! Põe na tela! Tem um "link" para a floresta, diretor?
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura.
REVISTA MARIE-CLAIRE
Na cama com o lobo.
JORNAL O ESTADO DE S. PAULO
Fontes confirmam que Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
REVISTA VEJA
EXCLUSIVO! Ações do Lobo eram patrocinadas pelo governo Lula e o
PT.
Frases da Semana da VEJA
"Está claro que houve tentativa de quebra de sigilo bancário da Chapéu por parte de Dilma e Tarso Genro. Eles têm que cair. " - Arthur Virgílio
JORNAL ESTADO DE MINAS
Chapeuzinho come o lobo enquanto o lenhador vai prá floresta com a vovó.
JORNAL ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.
JORNAL O POVO
Sangue e tragédia na casa da vovó!
REVISTA CARAS
Chapeuzinho fala a CARAS:
"Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa"
REVISTA PLAYBOY
Veja o que só o lobo viu!
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de influente político de Brasília.
REVISTA G MAGAZINE
Lenhador mata o lobo e mostra o pau !
REVISTA ON LINE: O FUXICO
A toca do Lobo era na mata atrás da casa de Marcos Valério.
JORNAL DO PT
Lula não sabe de nada!
Ler para os filhos, para os alunos, para si próprio.
Ler para aprender, para se divertir, se informar.
Particularmente, ler é fundamental para o desenvolvimento e aprendizado das crianças. Sejam alunos da Educação Infantil ou do Ensino Fundamental, é essencial que leiam sempre. Então, para começar...que tal os clássicos?
A sugestão de hoje é Chapeuzinho Vermelho. A história da inocente menina que se vê de frente a um lobo astucioso foi recolhida por Charles Perrault, recontada pelos irmãos Grimm e reproduzida de formas muito diferentes desde então. Já foi assunto para estudiosos da psicanálise, protagonista de filmes e histórias em quadrinhos e, mesmo assim, não perde sua popularidade entre adultos e crianças.
Ah, se você vai ler essa história para seus alunos, pense na possibilidade de apresentar também outras versões, incluindo a original, na qual o desfecho não é tão feliz. Aí vão algumas sugestões:
Para encontrar uma versão mais próxima da original, é melhor procurar os clássicos de Perrault ou Grimm.
Linda imagem, não? Foi retirada de um livro de contos de Charles Perrault e elaborada em xilogravura pelo artista Gustave Dorè.
Na versão de Chico Buarque as crianças (e professores) se deliciam com o texto poético e as imagens de Ziraldo.
Esse é um livro muito fofo, com figuras que saem das páginas, bilhetes escritos à mão e uma forma diferente de contar a mesma história.
A imagem não ficou muito boa, mas o título é Chapeuzinho Adormecida no País das Maravilhas, de Flávio de Souza. Só lendo para descobrir que aventura espera em suas páginas. Para esse, sugiro que antes as crianças já conheçam os contos clássicos.
Esse exemplo a seguir não indico para as crianças; escrevo aqui para os professores se divertirem um pouquinho. Porém, é possível que algumas partes sejam levadas à sala de aula, afinal o professor conhece sua turma e os objetivos de sua aula. Não sei quem criou. Já encontrei em muitos sites, mas sempre sem a fonte original. Se alguém conhece sua autoria, me avise, por favor:
Como seria noticiada a história da Chapeuzinho Vermelho pela imprensa de hoje:
JORNAL NACIONAL
(William Bonner): Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem…(Fátima Bernardes): Mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia.
FANTÁSTICO
(Glória Maria): Que gracinha, gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo . Não é mesmo, querida?
CIDADE ALERTA
(Datena): Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades?
A menina ia para a casa da avozinha a pé ! Não tem transporte público!
E foi devorada viva! Põe na tela! Tem um "link" para a floresta, diretor?
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura.
REVISTA MARIE-CLAIRE
Na cama com o lobo.
JORNAL O ESTADO DE S. PAULO
Fontes confirmam que Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
REVISTA VEJA
EXCLUSIVO! Ações do Lobo eram patrocinadas pelo governo Lula e o
PT.
Frases da Semana da VEJA
"Está claro que houve tentativa de quebra de sigilo bancário da Chapéu por parte de Dilma e Tarso Genro. Eles têm que cair. " - Arthur Virgílio
JORNAL ESTADO DE MINAS
Chapeuzinho come o lobo enquanto o lenhador vai prá floresta com a vovó.
JORNAL ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.
JORNAL O POVO
Sangue e tragédia na casa da vovó!
REVISTA CARAS
Chapeuzinho fala a CARAS:
"Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa"
REVISTA PLAYBOY
Veja o que só o lobo viu!
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de influente político de Brasília.
REVISTA G MAGAZINE
Lenhador mata o lobo e mostra o pau !
REVISTA ON LINE: O FUXICO
A toca do Lobo era na mata atrás da casa de Marcos Valério.
JORNAL DO PT
Lula não sabe de nada!
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Aretusa B. B.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Lei nº 12.244
Este é o número da lei publicada em 24 de maio de 2010, que torna obrigatória a presença de bibliotecas em TODAS as instituições de ensino, públicas e privadas.
O texto da lei ainda exige que as escolas contem com Bibliotecários para organização desses espaços, e dá um prazo de dez anos para adequação das instituições e sistemas de ensino.
É uma boa notícia para os Bibliotecários, que terão ampliadas as vagas no mercado de trabalho.
No entanto, considerando as inúmeras (será que já foi quantificado esse número?) escolas pelo Brasil afora, que mal conseguem manter as aulas dentro de uma estrutura física precária, e outras tantas que funcionam em locais provisórios há muito tempo, como se dará essa "adequação"? Sabemos que os problemas de tais escolas são muitos, e vão desde a falta de material até a falta de profissionais qualificados (ou salários tão baixos que afugentam qualquer candidato à graduação)...
Bom, já que existe a lei, é hora de haver também políticas públicas focadas na questão, apoiando as instituições de ensino com ações práticas, para que em uma década realmente o acesso à leitura seja universalizado.
O texto da lei ainda exige que as escolas contem com Bibliotecários para organização desses espaços, e dá um prazo de dez anos para adequação das instituições e sistemas de ensino.
É uma boa notícia para os Bibliotecários, que terão ampliadas as vagas no mercado de trabalho.
No entanto, considerando as inúmeras (será que já foi quantificado esse número?) escolas pelo Brasil afora, que mal conseguem manter as aulas dentro de uma estrutura física precária, e outras tantas que funcionam em locais provisórios há muito tempo, como se dará essa "adequação"? Sabemos que os problemas de tais escolas são muitos, e vão desde a falta de material até a falta de profissionais qualificados (ou salários tão baixos que afugentam qualquer candidato à graduação)...
Bom, já que existe a lei, é hora de haver também políticas públicas focadas na questão, apoiando as instituições de ensino com ações práticas, para que em uma década realmente o acesso à leitura seja universalizado.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Pausa para reflexão
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Bienal do Livro
Está aberta desde o dia 12 de agosto, no Anhembi (São Paulo), a 21ª Bienal Internacional do Livro.
Neste final de semana o evento conseguiu recorde de público. Parece que nem o frio de São Paulo conseguiu assustar as pessoas.
O grande movimento de público pode indicar a feliz perspectiva de que a leitura cresce em quantidade no nosso país. Será?
De fato, o evento atrai pessoas de diferentes gostos literários, profissões, idade e interesses, e traz a esperança de que realmente esteja acontecendo um movimento favorável à leitura. A boa notícia para nós é a de que muitos expositores oferecem desconto na compra de livros feita por professores, e é possível encontrar diversos títulos infantis de boa qualidade a preços sedutores.
Maiores informações em http://www.bienaldolivrosp.com.br/.
Neste final de semana o evento conseguiu recorde de público. Parece que nem o frio de São Paulo conseguiu assustar as pessoas.
O grande movimento de público pode indicar a feliz perspectiva de que a leitura cresce em quantidade no nosso país. Será?
De fato, o evento atrai pessoas de diferentes gostos literários, profissões, idade e interesses, e traz a esperança de que realmente esteja acontecendo um movimento favorável à leitura. A boa notícia para nós é a de que muitos expositores oferecem desconto na compra de livros feita por professores, e é possível encontrar diversos títulos infantis de boa qualidade a preços sedutores.
Maiores informações em http://www.bienaldolivrosp.com.br/.
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Aretusa B. B.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Parlendas
As parlendas tem se tornado um dos recursos mais utilizados no processo de alfabetização, pois tratam-se de textos curtos, conhecidos de memória e que facilitam o trabalho com texto fatiado, lacunado, etc., além de fazer parte do nosso folclore infantil. Aí vão alguns exemplos:
HOJE É DOMINGO
PÉ DE CACHIMBO
O CACHIMBO É DE BARRO
BATE NO JARRO
O JARRO É FINO
BATE NO SINO
O SINO É DE OURO
BATE NO TOURO
O TOURO É VALENTE
BATE NA GENTE
A GENTE É FRACO
CAI NO BURACO
O BURACO É FUNDO
ACABOU-SE O MUNDO.
UM, DOIS,
FEIJÃO COM ARROZ
TRÊS, QUATRO,
FEIJÃO NO PRATO
CINCO, SEIS,
NO FIM DO MÊS
SETE, OITO,
COMER BISCOITO
NOVE, DEZ
COMER PASTÉIS.
CADÊ O TOUCINHO
QUE ESTAVA AQUI?
O GATO COMEU
CADÊ O GATO?
FUGIU PRO MATO
CADÊ O MATO?
O FOGO QUEIMOU
CADÊ O FOGO?
A ÁGUA APAGOU
CADÊ A ÁGUA?
O BOI BEBEU
CADÊ O BOI?
FOI AMASSAR O TRIGO
CADÊ O TRIGO?
FOI FAZER O PÃO
CADÊ O PÃO?
O PADRE PEGOU
CADÊ O PADRE?
FOI REZAR A MISSA
CADÊ A MISSA?
JÁ SE ACABOU.
Meio-dia
Panela no fogo
Barriga vazia
Macaco torrado
Que vem da bahia
Panela de doce
Para dona maria.
LÁ NA RUA
VINTE E QUATRO
A MULHER
MATOU UM GATO
COM A SOLA
DO SAPATO
O SAPATO ESTREMECEU
A MULHER MORREU
O CULPADO NÃO FUI EU.
BATALHÃO LHÃO LHÃO
QUEM ERRAR É UM BOBÃO
ABACAXI, XI, XI
QUEM ERRAR É UM SACI
BANANINHA PINTADINHA
QUANTAS PINTAS ELA TEM?
ELA TEM NOVENTA E NOVE
FALTA UMA PARA CEM!
JACARÉ FOI AO MERCADO
NÃO SABIA O QUE COMPRAR
COMPROU UMA CADEIRINHA
PARA COMADRE SE SENTAR
A COMADRE SE SENTOU
A CADEIRA ESBORRACHOU
JACARÉ CHOROU, CHOROU
O DINHEIRO QUE GASTOU
BAMBALALÃO!
SENHOR CAPITÃO!
EM TERRAS DE MOURO
MORREU SEU IRMÃO,
COZIDO E ASSADO
EM UM CALDEIRÃO,
EU VI UMA VELHA
COM UM PRATO NA MÃO,
EU DEI-LHE UM TAPA
ELA, PAPO... NO CHÃO!
CORRE COTIA, NA CASA DA TIA
CORRE CIPÓ NA CASA DA AVÓ
LENCINHO NA MÃO, CAIU NO CHÃO
MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO !
Lá em cima do piano
Tem um copo de veneno Quem bebeu, morreu
O culpado não fui eu
Foi a filha do tadeu
UNI DUNI TÊ
SALAMÊ MINGUÊ
UM SORVETE COLORÊ
O ESCOLHIDO FOI VOCÊ
HOJE É DOMINGO
PÉ DE CACHIMBO
O CACHIMBO É DE BARRO
BATE NO JARRO
O JARRO É FINO
BATE NO SINO
O SINO É DE OURO
BATE NO TOURO
O TOURO É VALENTE
BATE NA GENTE
A GENTE É FRACO
CAI NO BURACO
O BURACO É FUNDO
ACABOU-SE O MUNDO.
UM, DOIS,
FEIJÃO COM ARROZ
TRÊS, QUATRO,
FEIJÃO NO PRATO
CINCO, SEIS,
NO FIM DO MÊS
SETE, OITO,
COMER BISCOITO
NOVE, DEZ
COMER PASTÉIS.
CADÊ O TOUCINHO
QUE ESTAVA AQUI?
O GATO COMEU
CADÊ O GATO?
FUGIU PRO MATO
CADÊ O MATO?
O FOGO QUEIMOU
CADÊ O FOGO?
A ÁGUA APAGOU
CADÊ A ÁGUA?
O BOI BEBEU
CADÊ O BOI?
FOI AMASSAR O TRIGO
CADÊ O TRIGO?
FOI FAZER O PÃO
CADÊ O PÃO?
O PADRE PEGOU
CADÊ O PADRE?
FOI REZAR A MISSA
CADÊ A MISSA?
JÁ SE ACABOU.
Meio-dia
Panela no fogo
Barriga vazia
Macaco torrado
Que vem da bahia
Panela de doce
Para dona maria.
LÁ NA RUA
VINTE E QUATRO
A MULHER
MATOU UM GATO
COM A SOLA
DO SAPATO
O SAPATO ESTREMECEU
A MULHER MORREU
O CULPADO NÃO FUI EU.
BATALHÃO LHÃO LHÃO
QUEM ERRAR É UM BOBÃO
ABACAXI, XI, XI
QUEM ERRAR É UM SACI
BANANINHA PINTADINHA
QUANTAS PINTAS ELA TEM?
ELA TEM NOVENTA E NOVE
FALTA UMA PARA CEM!
JACARÉ FOI AO MERCADO
NÃO SABIA O QUE COMPRAR
COMPROU UMA CADEIRINHA
PARA COMADRE SE SENTAR
A COMADRE SE SENTOU
A CADEIRA ESBORRACHOU
JACARÉ CHOROU, CHOROU
O DINHEIRO QUE GASTOU
BAMBALALÃO!
SENHOR CAPITÃO!
EM TERRAS DE MOURO
MORREU SEU IRMÃO,
COZIDO E ASSADO
EM UM CALDEIRÃO,
EU VI UMA VELHA
COM UM PRATO NA MÃO,
EU DEI-LHE UM TAPA
ELA, PAPO... NO CHÃO!
CORRE COTIA, NA CASA DA TIA
CORRE CIPÓ NA CASA DA AVÓ
LENCINHO NA MÃO, CAIU NO CHÃO
MOÇA BONITA DO MEU CORAÇÃO !
Lá em cima do piano
Tem um copo de veneno Quem bebeu, morreu
O culpado não fui eu
Foi a filha do tadeu
UNI DUNI TÊ
SALAMÊ MINGUÊ
UM SORVETE COLORÊ
O ESCOLHIDO FOI VOCÊ
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Aretusa B. B.
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14:28
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Adivinhas
Coisa mais gostosa é brincar de adivinhas!!!
Você conhece alguma? E seus alunos, será que conhecem? Divirtam-se com estas e outras:
O que é que tem no chão e colocamos no pão?
R: O til ....
Quem é o rei da horta ?
R: O Rei Polho !
Por que o boi baba ?
R: Porque ele não sabe cuspir !
Por que o gato mia para a Lua e a Lua não mia para o gato?
R: Porque astro-no-mia ...
O que é que existe tanto na luz como na escuridão?
R: A letra "U" .
O que é que está no começo do meio, no meio do começo e na ponta do fim?
R: A letra "M"
Qual o conde que mais cuida dos cabelos?
R: O Conde-cionador...
Qual é o cúmulo da força?
R: Dobrar a esquina ...
Para que serve óculos verde?
R: Para verde perto ...
O que o cavalo foi fazer no orelhão ?
R: Passar um trote !
O que é que tem oito letras, mas tirando quatro ainda ficam oito?
R: A palavra biscoito !
O que há no meio do coração ?
R: A letra "a" !
Por que a plantinha não fala?
R: Por que ela é ainda uma mudinha ...
Um pato vai subindo uma ladeira e põe um ovo. O ovo desce ou sobre?
R: O pato não põe ovo, quem põe ovo é a pata!
Qual é o cúmulo do egoísmo?
R: Não vou contar, só eu que sei.
Qual é o cúmulo do crime escolar?
R: Matar uma aula !
Qual é o cúmulo do desperdício?
R: Jogar conversa fora !
Você conhece alguma? E seus alunos, será que conhecem? Divirtam-se com estas e outras:
O que é que tem no chão e colocamos no pão?
R: O til ....
Quem é o rei da horta ?
R: O Rei Polho !
Por que o boi baba ?
R: Porque ele não sabe cuspir !
Por que o gato mia para a Lua e a Lua não mia para o gato?
R: Porque astro-no-mia ...
O que é que existe tanto na luz como na escuridão?
R: A letra "U" .
O que é que está no começo do meio, no meio do começo e na ponta do fim?
R: A letra "M"
Qual o conde que mais cuida dos cabelos?
R: O Conde-cionador...
Qual é o cúmulo da força?
R: Dobrar a esquina ...
Para que serve óculos verde?
R: Para verde perto ...
O que o cavalo foi fazer no orelhão ?
R: Passar um trote !
O que é que tem oito letras, mas tirando quatro ainda ficam oito?
R: A palavra biscoito !
O que há no meio do coração ?
R: A letra "a" !
Por que a plantinha não fala?
R: Por que ela é ainda uma mudinha ...
Um pato vai subindo uma ladeira e põe um ovo. O ovo desce ou sobre?
R: O pato não põe ovo, quem põe ovo é a pata!
Qual é o cúmulo do egoísmo?
R: Não vou contar, só eu que sei.
Qual é o cúmulo do crime escolar?
R: Matar uma aula !
Qual é o cúmulo do desperdício?
R: Jogar conversa fora !
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Aretusa B. B.
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14:10
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domingo, 8 de agosto de 2010
Iara - Juro que vi
Os vídeos a seguir podem ser encontrados no site YouTube. Tratam-se de uma produção brasileira cujos episódios são exibidos pela TV Cultura de São Paulo.
Você pode encontrar esses e outros relacionados ao Folclore no You Tube, no site http://www.portacurtas.com.br/ e informações adicionais em http://www.tvcultura.com.br/.
Você pode encontrar esses e outros relacionados ao Folclore no You Tube, no site http://www.portacurtas.com.br/ e informações adicionais em http://www.tvcultura.com.br/.
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Aretusa B. B.
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11:04
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O Boto - Juro que vi
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Aretusa B. B.
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11:03
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Folclore e Cultura Popular
Como prometi, aqui vão algumas ideias de onde tirar ideias para trabalhar com o folclore brasileiro. Eu prefiro utilizar o termo "cultura popular", porque encontramos muito nas escolas o termo folclore ser associado a práticas estereotipadas, sem que haja qualquer discussão/reflexão/construção dos alunos acerca do conceito. Neste caso, o professor ensina uma dança característica de determinada região do país, por exemplo, mas não contextualiza essa manifestação com a cultura de onde é originada. Ao falar sobre cultura popular, que abraça o folclore, somos praticamente levados a conhecer um pouquinho mais sobre as pessoas e suas relações.
Bom, vamos ao que interessa:
Tempo de brincar
A dupla Valter Silva e Eliane Buzato traz temas da cultura popular infantil de forma divertida e mágica. São cantigas tradicionais, adivinhas, lendas do nosso folclore apresentadas em um espetáculo para crianças e adultos. No site http://www.tempodebrincar.com.br/ você pode encontrar clipes e comprar o DVD da dupla.
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Aretusa B. B.
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11:02
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Folclore, cultura popular e identidade
É sempre assim: começa o mês de agosto e uma multidão de professores ávidos por modelinhos de atividades percorrem os mares virtuais em busca de algo que torne as aulas sobre folclore mais interessantes.
A sugestão de hoje é pesquisar na sala de aula mesmo os elementos folclóricos a serem trabalhados e, se possível, na comunidade.
Pedir para que os alunos entrevistem os pais e descubram ditos populares, "causos", receitas típicas, cantigas e brincadeiras infantis pode ser o início de um trabalho rico e prazeroso.
Antes disso, que tal começar pelo que as crianças mais gostam? A obra a seguir encontra-se no site de Ivan Cruz, artista plástico (confira: http://www.brincadeirasdecrianca.com.br/ ).
A sugestão de hoje é pesquisar na sala de aula mesmo os elementos folclóricos a serem trabalhados e, se possível, na comunidade.
Pedir para que os alunos entrevistem os pais e descubram ditos populares, "causos", receitas típicas, cantigas e brincadeiras infantis pode ser o início de um trabalho rico e prazeroso.
Antes disso, que tal começar pelo que as crianças mais gostam? A obra a seguir encontra-se no site de Ivan Cruz, artista plástico (confira: http://www.brincadeirasdecrianca.com.br/ ).
Observando a obra, muita coisa vem à memória, não é mesmo? E o melhor é que ela pode ser o ponto de partida para um projeto ou sequência didática envolvendo várias áreas do conhecimento. Segue uma lista de sugestões, mas você certamente encontrará muitos outros caminhos a seguir:
* Leitura da obra (identificar cores, formas, elementos, interpretar o que se vê, etc.);
* Contextualização (taí a importância do link acima: pesquise sobre o artista!);
*Elaboração de lista das brincadeiras observadas, ou das brincadeiras preferidas dos alunos;
*Resgate das brincadeiras (oba!!!Hora de brincar! Como exemplo, se a turma brincar de amarelinha estará desenvolvendo conteúdos de Matemática, lateralidade, domínio dos movimentos corporais, noções espaciais e outros. Para brincar de bolinha de gude é preciso desenvolver estratégias. Cada brincadeira traz novas possibilidades.);
*Releitura da obra, que pode ser com fotografias, colagens, pintura, modelagem, etc. LEMBRE-SE DE QUE RELEITURA NÃO É O MESMO QUE CÓPIA DA OBRA;
* Pesquisa sobre a origem das brincadeiras e brinquedos (quanta história!);
* Criação de livro das brincadeiras, ou manual para as brincadeiras não aprendidas pelas crianças nos dias atuais;
*Elaboração de gráficos referentes às brincadeiras conhecidas/preferidas;
* Trabalhos específicos com brincadeiras de roda (conhecer/escrever/cantar/tocar/...);
* Criação de brinquedos com sucata;
* Para maior ousadia, talvez seja possível criar o dia da brincadeira, com resgate das brincadeiras pouco conhecidas em rodízio de turmas.
Tudo isso faz parte do que os teóricos consideram como "folclore", mas são tantos os caminhos que se abrem, que as aulas podem durar até a semana da criança.
Nas próximas postagens trarei mais sugestões de trabalhos com o folclore e a cultura popular.
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Aretusa B. B.
às
16:09
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Jogo dos Alimentos
Este jogo pode ser desenvolvido e adaptado para o trabalho com crianças de diferentes idades, ou ainda utilizando outras imagens (profissões, lugares, brinquedos, etc.), e permite que sejam estimuladas simultaneamente diversas habilidades, como o raciocínio lógico, a oralidade, discussão sobre questões relacionadas à saúde, entre outras. Inicialmente foi elaborado para o trabalho com crianças na Educação Infantil, mas cada professor é uma fonte inesgotável de criatividade e pode torná-lo melhor.
Jogo dos Alimentos
Instruções:
As cartas são dispostas lado a lado, com as imagens viradas para baixo. O professor escolhe uma carta e, sem mostrá-la aos alunos, dá pistas para que tentem descobrir a figura. Exemplo: A carta selecionada mostra um morango. O professor pode dizer:
- É uma fruta.
- É vermelha.
- É pequena.
- Seu nome começa com a letra M.
O aluno que descobrir fica com a carta. Ganha o jogo aquele que, ao final, tiver mais cartas.
O professor pode dividir a turma em pequenos grupos, distribuindo as cartas entre eles, para que os próprios alunos as escolham e dêem as pistas.
Variação:
As crianças maiores podem jogar tentando descobrir por si mesmas as pistas. Neste caso, os participantes devem fazer perguntas (Exemplo: É doce ou salgado? É uma fruta? É amarelo?) , um de cada vez, àquele que segura a carta, o qual só pode responder sim ou não. O participante só pode dar um palpite quando chegar sua vez de falar.
Observação:
Para que todos tenham a oportunidade, é importante haver um rodízio entre os participantes na escolha das cartas.
A ordem das jogadas é definida a critério do grupo.
Jogo dos Alimentos
Instruções:
As cartas são dispostas lado a lado, com as imagens viradas para baixo. O professor escolhe uma carta e, sem mostrá-la aos alunos, dá pistas para que tentem descobrir a figura. Exemplo: A carta selecionada mostra um morango. O professor pode dizer:
- É uma fruta.
- É vermelha.
- É pequena.
- Seu nome começa com a letra M.
O aluno que descobrir fica com a carta. Ganha o jogo aquele que, ao final, tiver mais cartas.
O professor pode dividir a turma em pequenos grupos, distribuindo as cartas entre eles, para que os próprios alunos as escolham e dêem as pistas.
Variação:
As crianças maiores podem jogar tentando descobrir por si mesmas as pistas. Neste caso, os participantes devem fazer perguntas (Exemplo: É doce ou salgado? É uma fruta? É amarelo?) , um de cada vez, àquele que segura a carta, o qual só pode responder sim ou não. O participante só pode dar um palpite quando chegar sua vez de falar.
Observação:
Para que todos tenham a oportunidade, é importante haver um rodízio entre os participantes na escolha das cartas.
A ordem das jogadas é definida a critério do grupo.
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Aretusa B. B.
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14:27
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Novos caminhos
Este é apenas um começo. Como este espaço não é destinado apenas à troca de moldes e modelos de atividades, mas também (e principalmente) à reflexão sobre a educação e busca de novos caminhos, começo com uma poesia de Carlos Drummond de Andrade:
Para Sara, Raquel, Lia e para todas as Crianças
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando
corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Para Sara, Raquel, Lia e para todas as Crianças
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando
corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Postado por
Aretusa B. B.
às
15:51
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